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Produtores do Acre recebem orientações para evitar monilíase

Produtores do Acre recebem orientações para evitar monilíase

Um grupo de pesquisadores da Embrapa e um agrônomo do Instituto de Defesa Agroflorestal (Idaf), visitou o município de Marechal Thaumaturgo, interior do Acre, para alertar os produtores e passar orientações sobre a monília, doença que ataca o cupuaçu e o cacau. O objetivo é evitar a entrada da doença que já causa prejuízos na produção em regiões de fronteira dos países do Peru e da Bolívia.
Os técnicos chegaram ao município na segunda-feira (1) e retornaram na sexta-feira (5) para a cidade de Cruzeiro do Sul. Durante esse período, a equipe visitou 10 comunidades onde se reuniu com produtores para chamar a atenção para a possibilidade da chegada ao Brasil da doença, que pode causar 100% de prejuízos na produção de cacau e cupuaçu.
De acordo com o pesquisador da Embrapa Amauri Riviero, o mesmo trabalho já desenvolvido em outras regiões do Acre e em outros estados, através de um projeto financiado pelo Ministério da Agricultura, com a finalidade de evitar a incidência da monília nos municípios de fronteira.
“O Ministério da Agricultura temendo que a doença entre no Brasil pelas regiões de fronteira e chegue aos estados da Bahia, Pará, ou nos projetos onde têm muito cacau e cupuaçu, indicou que fosse feito um trabalho de conscientização. Estamos orientando que para quem achar a doença comunicar à defesa fitossanitária para que as providências sejam tomadas”, alertou Riviero.
Nas reuniões, os técnicos, além de falar das probabilidades da doença chegar aos municípios do Acre, também explicaram as características da monília para que os produtores tenham capacidade de identificar para informar a tempo aos órgãos de defesa vegetal.
De acordo com a Embrapa, na região da fronteira com a Bolívia, a doença já é encontrada a 50 quilômetros de Brasiléia e pode chegar no Brasil por meio do vento e de outras formas de locomoção.
“É como se você jogasse um talco sobre o fruto e quando sopra ele se espalha. Um pó branco, parece uma teia de aranha”, explicou Riviero sobre as características da doença.
Entre os sintomas da monília estão a deformação do fruto, já que na casca se formam barrigas e formam também manchas circulares verdes ou amareladas. Essa manchas evoluem para uma necrose.

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